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Residências
destinadas a quem ganha até cinco salários
mínimos são o filão do mercado imobiliário.
Muitas empresas de construção civil começaram
a ampliar a sua atuação para atender ao aumento
da demanda. Em 2008, a previsão de crescimento chega
a 60% em regiões metropolitanas, onde a busca por
moradia é maior. Segundo especialistas, a expectativa é que
a participação do setor no Produto Interno
Bruto (PIB) chegue a 10% no final deste ano – atualmente é inferior
a 3%.
Para o presidente do Sindicato da Indústria da Construção
Civil de São Paulo (Sinduscon), o cenário é animador.
Em entrevista à revista Época – Negócios,
ele revelou que, entre 1980 e 2004, o setor imobiliário
sofreu uma estagnação.
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Nesse período, o ritmo de crescimento desacelerou,
a infra-estrutura ficou mais precária e o déficit
habitacional aumentou. No entanto, devido a mudanças
na economia do país, como a maior renda da população,
uma cultura de crédito segura no setor de imóveis
e inflação ainda sob controle, a situação
foi revertida.
Fonte: Secovi Rio
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