12/08/08

Moradia para classes mais baixas
Mudanças na economia do país favorecem cenário

 
 

Residências destinadas a quem ganha até cinco salários mínimos são o filão do mercado imobiliário. Muitas empresas de construção civil começaram a ampliar a sua atuação para atender ao aumento da demanda. Em 2008, a previsão de crescimento chega a 60% em regiões metropolitanas, onde a busca por moradia é maior. Segundo especialistas, a expectativa é que a participação do setor no Produto Interno Bruto (PIB) chegue a 10% no final deste ano – atualmente é inferior a 3%.

Para o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo (Sinduscon), o cenário é animador. Em entrevista à revista Época – Negócios, ele revelou que, entre 1980 e 2004, o setor imobiliário sofreu uma estagnação.


 

Nesse período, o ritmo de crescimento desacelerou, a infra-estrutura ficou mais precária e o déficit habitacional aumentou. No entanto, devido a mudanças na economia do país, como a maior renda da população, uma cultura de crédito segura no setor de imóveis e inflação ainda sob controle, a situação foi revertida.

Fonte: Secovi Rio

 
   
 
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