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As
guaritas e os vigilantes informais podem gerar problemas
para os moradores de vilas ou casas que se utilizam desses
serviços. Isso porque a profissão de vigilante é regulamentada
por lei e exige o registro na Carteira de Trabalho, com direito
a 13º salário, férias e FGTS. Uma das
formas de amenizar o problema é estabelecer um contrato
de trabalho.
De acordo com Victor Saeta, vice-presidente do Sesvesp (Sindicato
das Empresas de Segurança Privada, Segurança
Eletrônica, Serviços de Escolta e Cursos de Formação
do Estado de São Paulo), em entrevista à Folha
Online, “olhar a rua é responsabilidade do governo”.
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Um
serviço profissional de segurança não
sai por menos de R$6.000. Outras opções são
a segurança remota e instrumentos como cerca elétrica,
que saíram uma quantia aproximada de R$400.
Fonte: Folha Online
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