A fachada do condomínio é tudo aquilo que compõe a área visível das faces de um imóvel, o que resulta num conjunto visível harmonioso. Ela pode ser externa (frente, laterais e fundo do prédio) ou interna (corredores, portas dos apartamentos, garagem e espaços de área comum). Para realizar a pintura da fachada do condomínio, é preciso adotar algumas práticas. Confira os principais pontos sobre esse tema:

Importância de manter a pintura de fachada em dia

Apesar de ser um procedimento simples, a pintura da fachada é considerada uma obra necessária. Além de proporcionar um benefício estético aos condomínios, realizar essa manutenção é fundamental para impermeabilizar a estrutura do local, afastar a umidade e, ainda, prevenir possíveis infiltrações.

Esses problemas, além de ocasionarem um aspecto desagradável aos ambientes, podem comprometer os imóveis. Isso porque a falta de estanqueidade, ou vedação, faz com que os apartamentos criem bolor e, com isso, acabem ficando insalubres.

Quando investir na pintura de fachada?

A cidade de São Paulo por exemplo, conta com uma lei específica sobre o assunto, a qual determina que a lavagem ou pintura seja feita a cada cinco anos. Porém, dependendo do empreendimento, é necessário que essa manutenção seja feita antes mesmo desse período, para evitar os problemas citados.

Isso inclui a presença de patologias, como infiltração de água por meio de fissuras e trincas, descascamento e bolhas, trazendo um aspecto de descuido e abandono.

Vale ficar atento também às fachadas menos ensolaradas ou que fiquem viradas para a direção preferencial das chuvas, além dos locais de caixas d´água, áticos, platibandas superiores e molduras horizontais, as quais estão mais sujeitas à deterioração em função do ambiente.

Essas, inclusive, merecem uma demão a mais de tinha no momento da pintura, para que tenha maior durabilidade e resistência.

Dicas para a pintura de fachada

O primeiro passo para começar a pintura da fachada é contratar um profissional para fazer um estudo preliminar para apontar o que precisa ser feito. Essa análise ajudará o responsável pelo condomínio a entender o tamanho do problema: recolocação de pastilhas, hidro jateamento, tratamento de anomalias podem ser necessárias.

Além dos cuidados na contratação do prestador de serviços, o síndico ou a administradora devem saber se a empresa disponibiliza o acompanhamento de um profissional para a execução da pintura. Se ausente esse responsável, o síndico ou outro funcionário do prédio ficará com a função (o que não é indicado). Essa fiscalização é importante para ver se os prestadores utilizam EPIs, se o material utilizado é o mesmo que foi acordado, e se o contrato está sendo cumprido corretamente.

O síndico precisa também verificar se existem licenças adicionais para a pintura da fachada e se a empresa está de acordo com a Norma Regulamentadora nº 35, necessária para trabalhos em altura.

A última dica é em relação ao período de realização da pintura: O frio e a chuva comprometem a secagem da tinta e, com isso, a finalização do trabalho. Portanto, tanto a primavera quanto o inverno não são as melhores estações para realizar pinturas.

Quer mais conteúdo como este? Descubra como administrar seu condomínio com sucesso.