Meu nome é Gabriela Evangelista e sou Gestora da Academia de Negócios da GoSoft. Também sou mãe do Pietro, uma criança linda que daqui a pouco completará 12 anos (já????!!!!). Estamos muito empenhados em cumprir o distanciamento social e por isso, ficamos em casa o tempo todo! Meu trabalho virou 100% home office e a escola do Pietro rapidamente adaptou suas atividades para o ensino à distância com inúmeras tarefas e até provas virtuais (confesso que achei um pouco desnecessário, mas decidi respeitar). Com todas essas atividades durante o dia somadas à ansiedade que por si só uma pandemia gera, achei que seria interessante se tivéssemos atividades lúdicas para “desestressar”. Então, fiz minha proposta e o Pietro aceitou: combinamos que às quartas-feiras, após 18h00 seria nosso “Dia de Jogos”. E chegou o dia! Eu tinha preparado várias atividades: pesquisei na internet, baixei materiais, estipulei horários, ou seja, deixei tudo organizado para que fosse uma “grande ocasião”. Meu objetivo maior era distrair meu filho e trazer momentos de alegria e, juro, me empenhei muito nisso. Mas quando chegou a hora e comecei a apresentar meu plano, percebi que o sorriso no rostinho do Pietro começou a ir embora. Foi nesse momento que caiu uma ficha enorme! No meu afã doido de deixar tudo organizado e proporcionar a melhor experiência, esqueci de consultar a pessoa mais interessada: meu filho. Deixei papéis, cartolina e outro objetos que tinham sido separados de antemão, sentei no chão e simplesmente, iniciei uma conversa. O nosso papo fluiu até tarde da noite e nem percebemos. Demos boas risadas ao trazer à memória lembranças de momentos que costumamos chamar de “nossa bizarrice” (geralmente são aqueles em que eu ‘pago mico” e ele adora rsrs). Já mais tarde e na minha cama eu refleti comigo mesma: quanto mais queremos controlar tudo, mais pobre será nossa experiência com a vida. Deixar que ela flua naturalmente e perceber que a diversão não está no fim, mas sim no processo, me parece ser o melhor ensinamento que posso deixar para meu filho.

E você, qual é a sua história?

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